Gestão eficaz e Rigor Orçamental, defendida em Reunião Alargada do Conselho Consultivo de Direcção.
Por : José Fucato
O Grupo BD adoptou a partir do corrente ano um novo modelo de gestão no âmbito do sistema orçamental das empresas que o constituem, com vista a dar maior eficiência e harmonização, na área de gestão empresarial. Esta Decisão saiu da última reunião alargada do conselho consultivo de direcção , orientada pelo Presidente do Grupo, o Sr. Bartolomeu Dias Domingos.
Falando na abertura dos trabalhos, o PCA de um dos grupos mediáticos de direito e capital angolano, reforçou o modelo de gestão que visa dinamizar as actividades programadas para o exercicio economico 2010.
O Presidente do Grupo BD foi peremptório em afirmar, que desta feita, “ estamos a dar o pontapé de saída para que, se vinque doravante e sistematicamente a gestão e execução orçamental”, disse em jeito de desafio aos gestores das empresas que compõem o Grupo.
No encontro, que contou com as presenças dos Directores Executivos e Chefes das áreas de Contabilidade e Finanças, foram analisados os planos de actividades e os respectivos orçamentos para o ano de 2010.
Numa altura em que a recessão económica mundial começa a ganhar terreno na sua recuperação, o Presidente do Grupo, pediu maior acutilância na gestão para não serem apanhados em contra pé, naquilo que considerou, ”descalabro financeiro verificado em muitas empresas”.
Desta feita, chamou atenção, para os gestores prestarem atenção as anuases da vida económica e criarem métodos capazes de assegurar uma gestão transparente , equilibrada e avançada de forma a permitir a consolidação no mercado.
Nesta empreitada, o Grupo BD vai adoptar rigor na auditoria interna e externa, como um instrumento de amplo controle para os administradores, através de suas actividades de trabalho e servirá à administração como meio de identificação de todos os processos internos e as políticas definidas pelo Grupo .
Advertiu assim , que os sistemas contábeis e de controle interno, devem ser rigorosa e efectivamente seguidos, e que as transacções realizadas devem reflectir comutavelmente em concordância com os critérios previamente definidos.
Assim sendo, o Presidente do Grupo, considerou a auditoria interna como uma das medidas importantes e ferramentas para o controle administrativo.” A ausência de controles adequados para as nossas empresas pode constituir um factor de risco eminente nesta estrutura complexa”, rematou.